[E]17 Ponte perigosa em Calhandriz

Moradores falam em acidentes frequentes e câmara reconhece o problema
Ponte perigosa em Calhandriz continua à espera de obras de alargamento

Enquanto se espera pelas obras de alargamento na ponte do pardieiro em Calhandriz, Vila Franca de Xira, os acidentes sucedem-se. Na última sexta-feira uma carrinha de venda ambulante de pão bateu contra o muro da ponte para se desviar de um carro que vinha em sentido contrário. Diz quem ali vive que a ponte é perigosa e os acidentes são frequentes, criticando o facto desta ainda não ter sido arranjada, conforme prometido.

As obras de alargamento são prometidas há vários anos. A justificação da câmara – que reconhece o problema – é de que vão aparecendo investimentos mais urgentes noutros locais que têm adiado as obras na ponte. “Reconheço que o alargamento da ponte é uma necessidade mas de momento não tem sido possível realizar essa intervenção”, lamenta Alberto Mesquita, vice-presidente do município.

No orçamento participativo deste ano o projecto de alargamento foi um dos vencedores com um investimento previsto de 50 mil euros. Mas isso não significa que os trabalhos possam avançar em breve porque a junta de freguesia só tem um total de 40 mil euros para todos os projectos. O alargamento do tabuleiro, que só permite a circulação alternada, é importante atendendo ao número de acidentes no local. No último ano foram registados pelos bombeiros cerca de uma dezena de sinistros.

“Esta ponte é perigosa porque as pessoas além de passarem depressa demais não se preocupam em parar e deixar passar as outras pessoas. Além da ponte há uma grande falta de respeito dos condutores”, queixa-se Maria Helena Afonso, moradora em Pardieiro. Outro residente, Artur Gomes, diz que a ponte é perigosa também para quem ali caminha. “Um senhor há uns dias ia sendo apanhado por um carro”, realça. Além da ponte do pardieiro, como O MIRANTE já noticiou, outras duas pontes da freguesia de Calhandriz precisam de ser alargadas, uma vez que em algumas os tractores usados no cultivo dos campos não podem passar. São o caso da ponte do Rio Pequeno e a ponte do Nazaré.

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