Archive for the ‘ link externo ’ Category

[E]23 Ponte 25 de Abril com novas cores

Há criaturas fantásticas na ponte 25 de Abril

autoria José Vicente/GAU// data 10/02/2014 – 11:51

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Os pilares da ponte 25 de Abril, em Lisboa, têm novas cores, em composições de larga escala sob o tema “Natureza Viva”. O projecto conta com a participação de sete criadores nacionais — José Carvalho, Klit, Kruella d’Enfer, Mosaik, Regg, Tamara Alves e Violant — e inclui ainda um muro vizinho, em Alcântara. “Num ecossistema que se desenvolve nos vários estratos de uma floresta, entre o subsolo e a copa das árvores, o leito do rio e o mar, o ambiente é povoado por insectos, outros pequenos animais e seres fantásticos que geram uma atmosfera encantada e transportam a fantasia para o nosso quotidiano”, lê-se na apresentação da Galeria de Arte Urbana, da Câmara Municipal de Lisboa.

13_pilarponte25abrilArtigo completo incluindo galeria de imagens no p3.publico.pt

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[E]22 Nova ponte sobre o rio Sabor

A nova ponte da Portela, no concelho de Torre de Moncorvo, abriu hoje ao tráfego. Esta é uma das quatro travessias que EDP tem em execução na região do Baixo Sabor, decorrentes das obras de contrução da barragem do Sabor, noticia a agência Lusa.

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“A nova travessia vai ajudar a resolver um estrangulamento do trânsito em ambos os sentidos que era verificado na velha ponte da Portela”, que vai ficar submersa com o enchimento da albufeira do Baixo Sabor, disse Lopes do Santos, diretor do projeto hidroelétrico.

A nova ponte tem uma extensão de 268 metros e liga as margens do rio Sabor atravessadas pela Estrada Nacional 102. A EDP considera que a solução encontrada para este restabelecimento da ligação resolveu “o estrangulamento de trânsito” que se verificava na antiga ponte da Portela, tendo a vantagem de “não obrigar a nenhuma intervenção no produtivo Vale da Vilariça”.

Ler mais: Expresso Online

[E]21 Relocation of the D. Maria Pia Bridge

“Relocation of the D. Maria Pia Bridge” proposal by Bandeira/Ramalho calls attention to urban regeneration policies

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In a recent international call for ideas to regenerate the Aurifícia block in Oporto, Portugal, architects Pedro Bandeira and Pedro Nuno Ramalho figuratively and literally made a monumental statement in their proposal to dismantle and relocate the decommissioned D. Maria Pia Bridge into the city center. The defunct bridge is described as a work of art and potential landmark that will revitalize the cityscape of Oporto. Although the architects didn’t place in the competition, their proposal still makes a forward statement by tossing out the traditional idea and function of a bridge and it also brings attention to the failure of urban regeneration policies.

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No link seguinte encontram o artigo completo. Archinect News

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PROJECT NAME: Relocation of the D. Maria Pia Bridge

ARCHITECTS: Pedro Bandeira, Pedro Nuno Ramalho

STATUS: Proposal for the Call for Ideas International competition Norte 41º for the Urban regeneration of the Block Aurifícia.

LOCATION: Oporto, Portugal

AREA: Total area of the block: 90 000 m2
Foundations of the bridge: 490 m2
Annex services (from the factory Companhia Aurifícia): 1500 m2
Demolished area: 2400 m2

CLIENT: Portuguese Council of Architects / Norte 41° Project – Centre for Architecture, Creativity and Sustainability

IMAGES RIGHTS: © Bandeira/Ramalho

[E]20 Ponte Eiffel de Viana do Castelo com novo piso em 2014

O tabuleiro rodoviário da ponte Eiffel de Viana do Castelo vai ter um novo piso até meados de 2014, segundo ofício enviado pela REFER à Câmara local e ao qual a agência Lusa teve hoje acesso.

No documento, datado deste mês, a empresa pública assume que irá lançar uma “ação de substituição integral da camada de desgaste do pavimento do tabuleiro rodoviário” da ponte Eiffel “até ao final do presente ano”, prevendo que esta “ocorra em meados do próximo ano”.

Com mais de 500 metros de extensão, o tabuleiro rodoviário da ponte Eiffel de Viana do Castelo é da responsabilidade da REFER e desde 2007, altura em que toda a estrutura recebeu uma grande intervenção de reabilitação – durante quase dois anos e que custou 15 milhões de euros -, que os problemas no piso persistem.

Já em janeiro deste ano a Câmara escreveu à REFER, solicitando que resolva “definitivamente” e com “urgência” os problemas no “esburacado” pavimento da ponte, alegando a perigosidade da situação atual para a circulação automóvel. Em julho de 2012 foram realizados ensaios com diferentes tipos de materiais aplicados no piso da travessia, para definir a melhor solução para o pavimento rodoviário.

No ofício enviado à autarquia e assinado pelo presidente da empresa, Rui Loureiro, é explicado que em face do acompanhamento da “evolução” das soluções testadas há um ano e “com base no conhecimento atual das características dos materiais/esquemas em causa e da localização da estrutura”, já foi escolhido o “mais indicado [tipo de piso] para a aplicação em causa, quer do ponto de vista da durabilidade, quer da aderência”.

A REFER tinha já admitido anteriormente que, “embora com adequadas características técnicas para a função pretendida”, o piso colocado há seis anos “veio a revelar um deficiente comportamento, com fissuração e descolamento em algumas zonas” desde então.

“Com o objetivo de reparar as deficiências, a REFER recorreu à garantia técnica de obra, tendo o empreiteiro reposto, por duas vezes, uma camada de desgaste do pavimento”, explicou a empresa em 2012.

No entanto, “o problema persiste” e para “determinar as causas de tal comportamento anómalo” e para “encontrar uma solução”, a empresa solicitou à Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) “um estudo, análise e ensaio de caracterização daquele material”, que permitiu o teste das três soluções.

A ponte Eiffel de Viana do Castelo assinala no domingo (30 de junho) 135 anos e chegou a fechar à circulação, totalmente, durante 21 meses, para vários trabalhos de reabilitação da estrutura e pilares. No fim da operação, o então ministro das Obras Públicas, Mário Lino, admitiu que a ponte estava em condições de resistir “mais cem anos”.

Artigo completo aqui!

Mais sobre a Ponte Eiffel de Viana do Castelo aqui e aqui!

[E]19 Pontes naturais de raizes de árvores

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Eles usam raízes de árvores pra cultivar pontes naturais que duram até 500 anos

É um belíssimo exemplo de arquitetura sustentável e de como o homem pode conviver em paz com a natureza, mesmo quando ela mostra sua força. Meghalaya, na Índia, é um lugar frequentemente assolado por chuvas torrenciais, que chegam aos 15 metros por ano. Por isso os habitantes decidiram que em vez de construir pontes, iriam cultivá-las.

São pontes vivas e que se fortalecem ao longo dos anos. O processo é feito recorrendo às raízes da Ficus Elastica, uma espécie de figueira, que os habitantes fazem crescer entre as margens dos rios. Como elas estão vivas, vão ficando maiores, cada vez mais fortes e seguras, chegando a suportar mais de 50 pessoas. A região é uma das mais úmidas do mundo e é conhecida pelos seus rios e córregos de fluxo rápido, que com as fortes chuvas, são capazes de destruir uma ponte convencional.

O processo de criação dessas verdadeiras obras de arte naturais é passado de geração em geração, como você pode ver no vídeo abaixo. Uma ponte pode demorar entre 10 a 15 anos a ficar totalmente funcional. Depois disso, algumas duram mais de 500 anos.

 

Artigo completo aqui!

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[E]18 China bate o recorde do mundo na demolição de ponte mais longa!

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China bate o recorde do mundo ao demolir um viaduto com um comprimento de 3,5 km! Até a “destruir” a Engenharia é incrível!

Artigo completo aqui!

[E]17 Ponte perigosa em Calhandriz

Moradores falam em acidentes frequentes e câmara reconhece o problema
Ponte perigosa em Calhandriz continua à espera de obras de alargamento

Enquanto se espera pelas obras de alargamento na ponte do pardieiro em Calhandriz, Vila Franca de Xira, os acidentes sucedem-se. Na última sexta-feira uma carrinha de venda ambulante de pão bateu contra o muro da ponte para se desviar de um carro que vinha em sentido contrário. Diz quem ali vive que a ponte é perigosa e os acidentes são frequentes, criticando o facto desta ainda não ter sido arranjada, conforme prometido.

As obras de alargamento são prometidas há vários anos. A justificação da câmara – que reconhece o problema – é de que vão aparecendo investimentos mais urgentes noutros locais que têm adiado as obras na ponte. “Reconheço que o alargamento da ponte é uma necessidade mas de momento não tem sido possível realizar essa intervenção”, lamenta Alberto Mesquita, vice-presidente do município.

No orçamento participativo deste ano o projecto de alargamento foi um dos vencedores com um investimento previsto de 50 mil euros. Mas isso não significa que os trabalhos possam avançar em breve porque a junta de freguesia só tem um total de 40 mil euros para todos os projectos. O alargamento do tabuleiro, que só permite a circulação alternada, é importante atendendo ao número de acidentes no local. No último ano foram registados pelos bombeiros cerca de uma dezena de sinistros.

“Esta ponte é perigosa porque as pessoas além de passarem depressa demais não se preocupam em parar e deixar passar as outras pessoas. Além da ponte há uma grande falta de respeito dos condutores”, queixa-se Maria Helena Afonso, moradora em Pardieiro. Outro residente, Artur Gomes, diz que a ponte é perigosa também para quem ali caminha. “Um senhor há uns dias ia sendo apanhado por um carro”, realça. Além da ponte do pardieiro, como O MIRANTE já noticiou, outras duas pontes da freguesia de Calhandriz precisam de ser alargadas, uma vez que em algumas os tractores usados no cultivo dos campos não podem passar. São o caso da ponte do Rio Pequeno e a ponte do Nazaré.

Artigo completo aqui!

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